Síndrome de Estocolmo

  

   Síndrome de Estocolmo.Você já ouviu falar?Bem, concerteza você ouviu falar nestes dias sobre o caso de rapto, estupro e incêsto praticado por Josef Fritzl a sua filha Elisabeth, durante vinte anos.A sua filha parece não odiá-lo.Dois anos antes, na mesma Austrália, outro caso chocou o mundo.Uma garota raptada aos dez anos de idade, foi raptada e continuamente estuprada por seu algoz.Ela, estranhamente não o odeia.Na verdade, ela não quer o mal dele…ela simplesmente se afeiçoou ao seu sequestrador…isto é a síndrome de Estocolmo – se afeiçoar e até chegar a gostar ou amar o seu sequetrador ou qualquer tipo de bandido ao qual a vítima permaneça muito tempo em seu poder.

   E o que isto tem à ver conosco?Primeiro, o caso deveria nos gerar repulsa e entristecer os nossos corações por tamanha brutalidade (pior foi quando procurei no site de buscas do “Yahoo!”, aonde encontrei possibilidades de se assistir a vídeos de incesto e pornografia infântil…).Segundo:o caso de estupro e incêsto já é de longa data estilmulado o seu debat em canções norte americanas, como a do Nirvana em “Polly” e “Rape me” (estupre-me) – esta última até sendo proibida de ser tocada em várias rádios dos Estados Unidos e de alguns países.A canção toca na ferida americana, o país de maior consumo pornográfico mundial e maior produtor do material (o Brasil está chegando em segundo lugar).A canção “Polly”, começa desta forma:”Polly quer biscoitos…acho melhor sair de cima dela, primeiro” e no refrão:”Ela quer ajuda mas vou me divertir, pois tenho um pouco de corda”.Lembra da prisão de iraquianos na base de Abu Ghraib, onde centenas de iraquianos sofreram torturas, muitas delas sexuais?Estas canções são críticas ao estilo de vida (tipo exportação) americano, e não um incentivo a tais práticas.Terceiro:Síndrome de Estocolmo e pecado…O quê?

   É isto mesmo, pecado.Nascemos em pecado e ele se torna tão normal em nossas vidas que se torna difícil nos desvencilhar dele, seja ele de qual tipo for (falta de amor, pecados sexuais, desrespeito aos pais, etc.), e seja de que nível ele for.O fato é que nos acostomamos com o nosso algoz ao ponto de declararmos que o pecado é bom, mas porque desagrada a Deus, temos de nos abster dele.Não deve ser assim a nossa forma de pensar, não nos moldemos à forma de o mundo enxergar o cristianísmo, como uma religião com uma série de proíbições e restrições as coisas “boas da vida”.Devemos mudar a nossa mente para que esperimentemos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.Beber cerveja não é bom se você não puder ficar sem ela.Ela é o seu sequestrador, pois esta te roubado de Deus, te escravizando e se tornando o seu senhor (formando um paralelo com a declaração da garota que foi presa aos dez anos durante oito anos, ao qual declarou que o seu algoz se auto-proclamava “seu senhor”), conforme também a bíblia nos atesta no livro de Pedro.

   Estamos vivendo um cristianísmo com esta síndrome?Faça um check-up.Analíse-se.Você sente tanto prazer assim em sua vida e ainda não se acostumou com esta história de “santidade”?Se você ainda sente mais prazer em um cigarro de macônha, na masturbação, em ser tatuado, em xingar, em menosprezar as pessoas ou até mesmo se sente à vontade em sua depressão, então você esta com a Síndrome de Estocolmo espiritual.Você ama mais o bandido do que o heroi.Busque reconciliar-se com Jesus e esperimente da Sua real presença, que não esta somente em chorar ou coisa do tipo.A Real presença de Deus te torna livre da síndrome e você pode começar a ver e a entender, pela primeira vez, a sua real condição e o que Jesus tem preparado para você…

venha crer comigo…

  

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